Quase um mes...

...sem postar nada. Um recorde, hein? Aí vão algumas ilustrações...

01 - Ilustra para um texto do Luís Henrique Pellanda

02 - Sobre jornais e jornalismo.

03 - Ilustra para a Gazeta do Povo

04 - Outra ilustra para texto do Pellanda

05 - Ilustra publicada na Gazeta do Povo

06 - João Ubaldo Ribeiro, para um texto do Luís Fernando Veríssimo.

07 - Mais sobre jornal





Escrito por Benett às 20h07
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My Younger Days

01

Ilustra para um texto do Luis Henrique Pellanda

02

Este é o Benett, em seu antigo estúdio - a foto é da Lu Reis e da Paula Senff

O cartunista Charles Barsotti morreu. É muito triste quando um cartunista morre. Significa, entre outras coisas, nunca mais iremos ler nada novo com seu desenho, seu humor e seu texto. Cartuns como esse abaixo, por exemplo, que é absolutamente original.

My Younger Days > http://www.youtube.com/watch?v=mbgcRpk7kCM



Escrito por Benett às 10h01
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A Incoveniencia da Existencia

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ILUZTRaZONNN

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Vicente Tarente- O cartunista/chargista Benett em um momento de reflexão: que merda eu tinha cabeça quando fiz aquilo?


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Quantas tiras, não? A vantagem de demorar para atualizar o blog é que dá para reunir bastante material para o post seguinte. Mas é só.



Escrito por Benett às 20h10
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Mtzplyck

Amok na capa de um zine chamado Tripa

por falar em Amok, tem uma matéria com o criador do personagem na última edição da Monotipia. Veja AQUI

01 - Seria um novo personagem?


 

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E esse é um velho personagem

04

Só mais uma...



Escrito por Benett às 07h55
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Cuckoo is a pretty bird

Pediram-me uma versão do Walter Ego, o clássico personagem do Angeli, para uma matéria no jornal. Não publicaram, então utilizo aqui nessa espelunca virtual

Suicide is solution?

Vocês já ouviram a história de que, quando você sonha que está caindo, você nunca realmente bate no chão -sempre acorda antes- porque, se bater, de fato morre? Dormindo, do nada. Bem, isso me parece pra lá de esdrúxulo, mas foi o que me disseram na infância e eu acreditei nisso para sempre, sem me perguntar muito por quê? (Ataque do coração?)

Noite dessas sonhei que tinha uma grande confusão em minha casa -que não era minha casa, claro- e eu tinha uma arma na mão. E tive um trabalho do cão para espantar todo mundo para fora. Exausto, sentei no meio-fio (sim, tinha um meio-fio na casa, imensa, tipo uma mansão de Beverly Hills). A imagem que eu tinha era a de um espectador observando à distância. Eu via a mim mesmo gritando, ameaçando e expulsando gente chata. Então, subitamente, enfiei a arma no céu da boca e puxei o gatilho e ouvi o barulho do tiro. Sabe o que aconteceu? Acordei.

Para a minha felicidade, não morri. O que me levou imediatamente àquele senhor argentino que não comeu muito cenouras na infância (Borges) que tinha uma teoria de que a vida é apenas um sonho. E quando morremos, despertamos de um sonho e imediatamente estamos em outro, mantendo a consciência num fluxo contínuo e ininterrupto, o que nos transforma imediatamente em todos e ao mesmo tempo o mesmo ser humano. Profundo isso, não? E nem precisei tomar chá de cogumelo.

Um novo personagem sem vergonha - a velha história da criança que pensa, age e fala como adulto, você diria. Não, não é. No caso, é adulto que pensa, age e se comporta como uma criança: Deus.

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Para se pensar

Dia desses estava numa agência dos Correios. Tava chovendo e eu entrei como meu guarda-chuva ensopado e, para não inundar o chão do lugar, coloquei-o num cesto encostado na parede. Minutos depois um mendigo entra na agência pedindo dinheiro para comprar marmita. Ele tava com fome. Crack e pinga devem dar fome em algum momento. Ninguém mexeu um músculo da face sequer. Eu o chamei e dei 85 centavos. O gesto fez com que outras pessoas dessem mais alguma grana. Uma senhora deu 1 real. Logo em seguida o mendigo foi retirado do local. Antes de sair, ele passou a mão no meu guarda-chuva e desapareceu na multidão da rua. Eu fui embora na chuva e cheguei em casa encharcado. A humanidade não funciona.



Escrito por Benett às 10h32
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Curitiba Social Media

No sábado, dia 25/05, estarei num bate-papo com meus a cartunista Pryscila Vieira e o cartunista Maurício Ricardo no Curitiba Social Media, falando sobre Webcomics. Será as 18h50 no Canal da Música. Veja a programação AQUI. Vai lá!



Escrito por Benett às 15h53
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HQ MIX

O livro do Amok foi indicado ao Troféu HQ MIX. Concorre com Macanudo, Calvin e Níquel Náusea, entre outros. Por sinal, o prefácio foi escrito pelo Fernando Gonsales, criador do Níquel Náusea. Acho que foi ele quem deu sorte.

para quem não conhece...

02




Escrito por Benett às 11h59
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As coisas nao mudam...

Buster Keaton - para um texto do Cristovão Tezza

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Escrito por Benett às 19h24
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Yes, nos temos bananas

Toda essa polêmica envolvendo bananas me lembrou daquele filme do Woody Allen, Bananas. E de um certo conto de Jerome.

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1952


"Quando a autodestruição brota no coração, parece ser menor do que um grão de areia. É uma dor de cabeça, uma leve indigestão, um dedo inflamado, mas você perde o trem das 8h20 e chega atrasado à reunião sobre a dívida do cartão de crédito. O velho amigo com quem você se encontra para almocar esgota a sua paciência sem mais nem menos e num esforço para ser agradável você toma três drinques, mas a essa altura o dia já perdeu a forma, o propósito e o significado. Na esperança de lhe devolver algum sentido de beleza, você bebe demais nos coquetéis e fala demais, dá em cima da mulher de alguém e termina fazendo algo idiota e obsceno, e pela manha você quer estar morto. Mas quando tenta reconstituir o caminho que o conduziu a este abismo, tudo que você encontra é um grão de areia."

do diário de John Cheever

courtesy by BoBO



Escrito por Benett às 08h31
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Intoxicado

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Ilustra sobre Lavoura Arcaica, do Raduan Nassar.

Retrato de um velho imaginário.

02 - Mais ilustras. Tenho feito um monte delas este mêss. Obviamente de cada dez desenhos, gosto de um ou dois.

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03

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Blargh

06 - Nem sei mais porque coloco esses números aqui...

Era isso. Anything else?



Escrito por Benett às 17h00
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Ainda Estamos Vivos

Inacreditável, atualizei rápido essa espelunca!!!

O desenho abaixo foi feito para uma coluna do Luis Fernando Veríssimo. Nem preciso dizer que tem forte influência de Saul Steinberg.

01

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03 - Wolfgand, um cara que aparece por aqui de vez em quando.

04


 



Escrito por Benett às 12h07
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Dois dias sem internet e parece que o mundo mudou drasticamente. É como se ontem as pessoas se vestissem como em Friends e hoje como em Game of Thrones. É como se ontem só tocasse Rick Ashtley e hoje também.

Um dia vou escrever um guia turístico sobre o fundo-do-poço, um lugar que estive tantas vezes que posso até trocar por milhas. Pessoas como eu desceram tantas vezes ào fundo-do-poço que ganhamos cartão fidelidade. O problema do fundo do poço definitivamente é ter que aguentar a programação de TV local.

Aposto que, no Brasil, até o fundo do poço é superfaturado. Você chega lá e tem um flanelinha querendo te arrancar dinheiro. Tem tanta gente no fundo do poço que que é inevitável você ser encoxado por lá.

O fundo do poço, no Brasil, devia ser organizado em camadas, como em o Inferno, de Dante. Mas, do jeito que as coisas são, teriam uma área VIP, para separar os miseráveis dos mais miseráveis.

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Ilustra para o jornal

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a mesma tira, vista de outra maneira.


Enfim, instalado no apartamento novo. Fiquei feliz porque nunca mais iria ouvir o maldito cachorro da vizinha latindo ininterruptamente. Porém, tem outro cachorro na vizinhança que late exatamente igual, no mesmo ritmo, na mesma frequência, só que um pouco mais agudo. Por isso prefiro gatos, não perdem tempo e energia com a histeria desnecessária dos vira-latas.

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Escrito por Benett às 17h00
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Kill All Enemies

01

Mudar é bom, mas fazer mudança é um saco. Você percebe que acumulou tanta coisa que hoje não faz mais sentido. CDs? Revistas? Desenhos? Joguei fora toneladas de papel com desenhos. Por que eu guardaria meus desenhos? Uma imagem não me sai da cabeça: um cartunista que eu gostava tinha um estúdio repleto de papel e ácaros na casa dele. Quando morreu, aqueles papéis se tornaram entulho, estorvo e, provavelmente, fonte de lembranças não muito animadas para os que ficaram. Sou contra guardar desenhos, exceto se eles forem para um museu ou casa da memória ou algo assim. Acho que os desenhos devem ficar nos livros. Revistas e jornais são, de certa forma, túmulo de ideias e traços. Exceto por alguns rabiscos que acho interessante, o resto... já está em dois sacos plásticos preto imensos, do outro lado da rua.

Outra coisa de que preciso me livrar são roupas e tênis velhos. Ontem vi um programa sobre três surfistas absolutamente inúteis que estavam dando uma banda pela Angola. Que lugar legal. Que pessoas lindas. Claro, não tinha nada no lugar, exceto pessoas alegres e uma comida muito colorida. Quero virar angolano. Pronto, mudei de ideia. Quero ser novaiorquino.

Ilustra

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03

Mais ilustra



Escrito por Benett às 17h32
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The Changeling

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Ilustra para um texto do Cristovão Tezza

The Changeling

A expectativa otimista de mudar de casa é prontamente suprimida pela necessidade prática de colocar a mudança, em si, nos devidos eixos, a fim de que não dê nenhuma merda - ou dê o mínimo de merda possível. Por exemplo, ir atrás de caixa de papelão para encaixotar livros e discos. Pedir a religação da internet em novo endereço. Cumprimentar vizinhos novos e, como sempre, mal-encarados. Ou pior... ter que falar com o folgado que estaciona o carro na sua vaga de garagem para ele não fazer mais isso porque agora ela tem dono novamente. Mas enfim, essas encheções de saco que, na minha opinião, eu deveria estar completamente alheio - devia estar trancado num estúdio de desenho 24 horas por dia rabiscando. Mas a realidade não é essa - ao menos não para um cartunista do terceiro mundo.

01




Escrito por Benett às 10h27
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Um monte de desenhos

Saiu no blog da Converse All Star > http://www.converseallstar.com.br/blog/arte/rabiscos-benett/

Ilustras, charges, tiras... só tá faltando tempo para escrever.

01

uma tira

e duas charges

01

02

e mais uma ilustra

e outra. fim



Escrito por Benett às 06h51
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