crianças, atualizei meu blog de charges, o Charges do Benett. Tem link ao lado, ali abaixo...
Trechos mais interessantes de uma entrevista que dei para o Jornal da Manhã e que foi publicada no domingo passado. A repórter chama-se Graciela Mezzon:
Você lançou seu livro (Benett Apavora) no ano passado e está planejando um próximo. Como ele é/deve ser? Em que fase está e quando deve ficar pronto?
-É mais uma coletânea de tiras com aquele personagenzinho narigudo de boné (que não sou eu, porque, afinal, sou um pouquinho menos complexo que ele) , com alguns textos de humor e desenhos pretensamente elaborados. Tenho contato com algumas editoras que, espero, possam fazer uma distribuição melhor e botar um preço mais justo para o livro. Sei que livros não são bens de primeira necessidade, mas estou pensando numa maneira de dar de brinde um rim ou um pedaço de carne para quem comprar um exemplar.
Em que fase de sua carreira você considera estar? No auge?
Não. Eu espero chegar no auge aos 90 anos de idade, quando eu disser “bem, isso é o máximo que posso fazer, agora já posso ir molestar as enfermeiras do asilo sossegadamente”. Na real, ultimamente tenho valorizado a parte plástica do desenho, coisa com que não me importava muito no começo, por achar que a força do meu trabalho estava nas idéias, no texto. Mas penso que, se conseguir aliar uma melhor precisão gráfica, eu posso resolver uma charge de maneira mais fácil e eficiente. A idéia é encontrar uma equivalência entre a qualidade do discurso e a beleza do desenho. Então, acho que estou ainda numa fase de estruturação do meu trabalho. Falta muito ainda para eu sentir qualquer coisa remotamente parecida com “realização”.
Você disse que 'falta muito ainda' para sentir qualquer coisa remotamente parecida com "realização". Você não é profissionalmente realizado?
-Não posso achar isso. Ainda tenho uns 40 anos de profissão pela frente, se não acontecer nenhum contratempo do tipo, eu morrer ou ganhar na Megasena, quero continuar desenhando. Ainda tenho muitas idéias para por em minhas tiras e charges.
Como você define seu humor? E como você se define?
-Como uma incongruência sensata. O humor e sexo são duas coisas pelas quais eu fico satisfeito em ser homem e não um lagarto ou um esquilo. Nenhum outro animal faz humor ou sexo melhor do que nós, mas eu não posso dizer isso com toda a certeza para aquela atriz de A Menina e o Cavalo. Então eu fico satisfeito por pertencer à mesma espécie do Charles Schulz e do Matt Groening e, dentro disso, trabalhar com humor. Acho que meu humor é um mecanismo de auto-defesa, especialmente contra mim mesmo, já que sou eu o maior alvo das minhas piadas. O cartum me salvou. Eu encontrei Jesus num cartum do Jaguar.
Qual é esse cartum do Jaguar em que você 'encontrou Jesus'? Foi aí que você descobriu a sua 'vocação'?
Sim, antes eu era convertido ao Niilismo e depois do cartum do Jaguar, me converti ao Cartunismo. Era um desenho em que aparecia Jesus tocando violino e dois homens comentavam, ao fundo, "esse cara toca divinamente".
Como você começou a desenhar? Sempre desenhou ou acabou aprendendo e posteriormente aprimorou? E como começou a fazer charges, tiras, cartuns...
-Antes de eu aprender a segurar um talher eu já sabia segurar um lápis. Comia com o lápis e desenhava com a colher, mas isso foi só até os 16 anos. Aprendi a desenhar com meu irmão mais velho, que sempre estava rabiscando, então eu peguei o gosto. Depois descobri que isso era uma profissão, e não coisa de aluno vagabundo, como diziam meus professores. Sempre me ferrei na escola por causa dos desenhos. Antes me botavam numa sala vazia com uma câmera e ficavam me estudando através de um vidro. Hoje, eles estudam meus desenhos em apostilas e provas de vestibular. Uma pequena vitória pessoal, eu diria. Acho que comecei a fazer cartuns por uma questão de sobrevivência. Se não fosse isso, hoje provavelmente seria um mero coletor de alimentos correndo o risco de um avião derrubar uma garrafa de coca-cola na minha cabeça.
Quais são as suas principais influências? O que você ‘consome’, culturalmente falando?
-Acho que o DNA que corre nas veias dos meus desenhos remete àos filmes do Woody Allen; seriados de TV como Saturday Night Live; livros do Norman Mailer e os quadrinhos do Charlie Brown. Claro, tem muito mais referências, desde quando comecei, como a Chiclete com Banana e o Pasquim, até Adão Iturrusgarai e Will Ferrell. Essas coisas me inspiram realmente, porque encontro neles uma grande identificação de idéias e propósitos. Não escondo ou nego minhas influências, porque acredito que esse repertório de conhecimento me leva a buscar a originalidade. É isso o que espero.
Você saberia dizer de onde/como surgiu esse seu perfil de cartunista?
-Não foi numa liquidação das Casas Bahia, isso eu posso garantir. Muito antes de ser cartunista eu já tinha esse perfil, especialmente no que concerne ao meu nariz.
Sobre a pergunta do perfil, acho que quero dizer o seguinte: os seus gostos, preferências, enfim, é que te levaram a se tornar cartunista ou foi o inverso?
-Ahn...as duas coisas se aproximaram naturalmente. Mesmo se não fosse cartunista, acho que eu seria um estivador ou ascensorista fã de Groucho Marx e South Park.
***
Barry Blitt é o corajoso ilustrador, dono de um senso de humor particularíssimo, que desenhou Barack Obama queimando a bandeira dos EUA e vestindo turbante árabe para a capa da última edição da revista The New Yorker. Apesar das críticas acusando-o de mau gosto e agressividade gratuita, eu gostei do desenho, é de um sarcasmo sofisticado demais, que dá margem a interpretações fáceis demais - a armadilha preparada por Blitt funcionou, e ele consegue rir duplamente da estupidez humana. Ladies and germs, com vocês, Barry Blitt:
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Texto publicado na Gazeta do Povo, dia 19/07 sobre o chargista Ademir Paixão. Engraçado, ando sentindo o gosto de escrever novamente. Talvez um dia eu possa me dedicar mais a isso - mas isso não significa que eu vá ganhar a vida da forma promíscua com que os jornalistas ganham a vida ( Copyright Norman Mailer). E eu sou jornalista, lembrem-se. No momento, prefiro continuar ganhando a vida da forma promíscua com que os cartunistas ganham.
Tapas com luvas de pelica ( O título original era Ao Vencedor, as batatas. Um trocadilho com o nome do bar onde é realizada a exposição)
Quando você olha para uma charge do Paixão, começa logo a desconfiar que esse cara é um gênio do desenho. Como ele consegue desenhar o Lula de costas e ainda assim os leitores identificarem aquele desenho como sendo o Lula? Bem, quando você o vê desenhando uma charge – privilégio de poucos e ao qual tive acesso desde que fui afortunadamente contratado pela Gazeta do Povo em 2001– você enfim tem a certeza de que Ademir Vigilato da Paixão, 56 anos, 20 de profissão, é efetivamente um gênio do desenho.
Eu o vi criando uma charge do nada, o papel em branco, os óculos ao meio do nariz, um traço ligeiro aqui, outro ali, depois umas pinceladas de aquarela e…fez-se a charge do dia seguinte. Um insight materializado em forma de piada: a mágica está no fato de ser um humor “leve”, por conta do brilhantismo da caricatura e agilidade cognitiva das suas idéias; mas ao mesmo tempo “pesada”, pela crítica incisiva e precisa. Paixão bate com elegância.
E o mais intrigante, quase nunca usa texto para seus desenhos. Eu, como adepto das charges com texto, não consigo imaginar como ele conseguiu passar mais de 20 anos desenhando diariamente sem o auxílio de textos. Pelos meus cálculos (lembrem-se, eu reprovei em matemática três vezes) Paixão deve ter publicado quase 6.700 charges. Sem auxílio de balões ou legendas. Bem, para quem tem um humor e um desenho como o dele, não precisa de texto. Paixão é o Buster Keaton das charges.
Nós, leitores e fãs, estamos ainda esperando um livro do tipo Todo o Paixão ou ainda The Best of Paixão, com a compilação de seu trabalho, desde os primórdios, quando começou satirizando o bigodão do Sarney, até os dias de hoje.
Enquanto o livro não chega, você pode ir até o Espaço Cultural Beto Batata (R: Professor Brandão, 678 – Alto da XV) para conferir a exposição Paixão e Cidadania, uma retrospectiva com 50 trabalhos originais do autor, percorrendo alguns dos momentos mais importantes do que foi notícia no Brasil e no mundo. Estão lá suas charges sobre o Bush, Fidel Castro, Obama e, claro, o presidente Lula. A exposição fica em cartaz até o dia 31 de agosto. Escrito por Benett às 08h41
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Saiu o resultado do Troféu HQ Mix ( rere, HQ MIX parece nome de bar gay, não?) de 2007. Não ganhei, uma pena. Perdi para Bill Waterson e Fernando Gonsales (rá, eu querendo competir com esses caras? Da onde...). Mais informações, aqui: www.hqmix.com.br No mais, não vai rolar o tão aguardado strip que eu faria caso tivesse ganho algum prêmio. See ya, buddies. Agora tenho uma emocionante partida de tênis, onde espero conseguir minha aguardada primeira vitória (estou invicto há uma ano). Ah, sim: parabéns aos premiados!!!
Tiras sobre patos e masturbação você pode ler no SALMONELAS. Acabei de atualizar. Tem link você sabe onde!
as mesmas m#rdas de sempre 1
Sociofobia latente Tenho andado bastante a pé ultimamente, para meu desgosto. Não que eu não goste de andar a pé, o que não gosto é de ter de encontrar gente demais por aí. Sou meio eremita mesmo, odeio multidões. Mais de 3 pessoas juntas, pra mim, já é uma aglomeração. E tem muita gente nas ruas, muita gente. Não sei se sou contra métodos anticoncepcionais em massa ou contra o aborto. Na real, como diria Ronald Reagan (a coisa mais engraçada que ele disse depois de chamar o Brasil de Bolívia e o General Figueiredo de Figueroa)"os que defendem o aborto estão todos vivos". O lado bom é que o brasileiro tem feito bastante sexo. O ruim é que tem se reproduzindo bastante, também. O ideal para a humanidade seria transar feito lebre e se reproduzir feito panda. Enquanto isso não acontece, fico pensando num jeito de encarar as multidões. Sei lá, talvez eu deva comprar um escafandro.
Num programa de tv matutino, estilo Ana Maria Braga, a apresentadora anuncia a presença de uma grande socialite especialista em regras de etiqueta
Apresentadora: - Estamos aqui com Fulana de Tal, que vai agora atender telefonemas dos nossos telespectadores, que poderão tirar suas dúvidas sobre como se comportar adequadamente em diversas situações. Vamos à primeira ligação.
Telespectador 01: - Alô, meu nome é Roberlei e eu tenho uma pergunta para a Fulana de Tal.
Fulana de Tal: - Pois não Roberlei?
Roberlei: - Eu sempre vou no almoçar no mesmo restaurante. É correto eu subir na mesa e defecar no prato depois de ter feito a refeição?
Fulana de Tal: - Não... não é correto, Roberlei.
Roberlei: - Bem, então eu não devo subir na mesa?
Fulana de Tal (constrangida): - Não, Roberlei, você não deve fazer isso no prato...Roberlei.
Roberlei: - Então, na cadeira? Porque em casa nós sempre fazemos isso e...(tu-tu-tu)
Apresentadora (desligando o telefone): - Opa, caiu a ligação. Vamos atender nosso próximo telespectador...
Telespectador 2: - Alô, meu nome é Jacira e eu tenho uma pergunta para a Fulana de Tal. Eu sempre vou na casa dos pais do meu marido, e eles têm um cachorrinho que fica subindo na minha perna. Depois de algum tempo nós acabamos transando na sala, na frente dos meus sogros. É falta de educação se eu pedir para eles não ficarem tirando fotos enquanto eu estou fazendo meia-nove com o cachorrinho?
Fulana de Tal: - Não...não é legal..fazerem isso
Apresentadora (interrompendo a ligação): - Ahn...bem, agora eu tenho uma pergunta para Fulana de Tal: eu compro cocaína de um boliviano que traz a droga escondida nos intestinos dele e de seu cavalo. É falta de delicadeza se eu pedir um desconto pra ele por causa disso?
(continua...)
engraçado quem me viu sentado num banco de praça hoje com a cara enfiada num livro de 600 páginas, imaginava no mínimo que eu estava compenetrado em uma ávida leitura sobre dilemas filosóficos que atormentam a alma de um artista intelectualóide. nada. eu tava só procurando palavras que rimavam com seios...
criaturas, atualizei o SALMONELAS. link ao lado, vocês sabem bem onde. Escrito por Benett às 15h54
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The Thing John Carpenter é meu novo ídolo do momento. Quem pode não gostar de um filme como O enigma de Outro Mundo, com o Kurt Russell num visual meio Jim Morrison alcoólatra? Vejam vocês mesmos:
Verneinung
Então...período sem muitas novidades esse, o que acentua um pouco mais esse meu atual estado "borderline". Gostaria de poder falar que estou preparando um livro novo, uma nova edição da Zongo, escrevendo um roteiro de humor para um projeto qualquer...mas não, não tenho nada de novo, nada rabiscado no horizonte. A vida é mais divertida quando se está envolvido em projetos e têm perspectivas legais de que alguma coisa interessante aconteça. Se não, pra mim, é o tédio absoluto. Só me resta sentar no sofá e assistir a algum filme do John Carpenter com o Kurt Russell no papel principal (não sei como esses caras ainda não ganharam um Oscar!!!). Welll...a única novidade é a barba que estou deixando crescer (o desleixo pode ser uma forma interessante de persuasão. Aprendam com os mendigos) há duas semanas. Daqui a pouco coloco umas fotos aqui:>) Ei, isso é divertido...
Vocês leram isso? "Estudante queria 'discutir o conceito de arte', pichando prédio da Faculdade de Belas Artes de São Paulo,como trabalho de conclusão de curso". Mais? Aqui: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1306200820.htm
Welll...agora ele vai ter bastante tempo para discutir o conceito de "arte" com mais uns 15 marmanjos numa cela de dois metros quadrados; a importância do "boi" na construção do subconsciente coletivo e, quem sabe, o estupro em série como uma forma de contravenção social. É isso aí: é a obra de arte na era da reprodutibilidade sexual passiva sem camisinha.
Depois da meia-noite de 1927 Se tinha um cara que me dava medo na infância -além do Ridiomar, o único cara de todo o colégio primário que já havia servido o exército- esse cara era o Lon Chaney. London After Midnight me dava calafrios. Depois descobri que esse filme é obra do Todd Browning, o mesmo de Freaks, que também me chamava atenção pelo tema, monstros, meu predileto quando comecei a desenhar cartuns. Incrível, essas poucas informações que chegavam até mim, no bairro lúgubre em que eu morava nos distantes anos 80, mexia definitivamente com minha imaginação. Bem, hoje temos a internet e ter acesso a essas coisas ficou muito fácil. Mas mesmo assim, ainda tenho medo do Lon Chaney - e do Ridiomar, o único cara de todo o primário que apontava o lápis de cor com uma gilete prestobarba.
é no Salmonelas onde as coisas estão acontecendo agora. E ainda falo de uma oficina de tiras que vou dar em breve. Link ao lado, crianças...
there are places are remember...
emedê, novo personagem candidato a entrar para a galeria dos personagens fracassados. por que emedê? michael douglas. personagens autobiográficos dão muito na cara, por isso vou distribuir características entre vários personagens...
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Fellas, atualizei o Charges do Benett. O link? Na galeria de links à sua direita...
Grande galeria dos personagens fracassados apresenta: Negativo e Niilista. Mais dois, para se juntarem ao Monstro Niilista, O Malaco que mora no bueiro e Castilho, o Rei dos trocadilhos!
one more time
Criaturas, atualizei o Charges e o Salmonelas. Aos trancos e barrancos, mas atualizei...os links você sabe onde estão, não?
Se hoje me perguntassem qual meu cartunista predileto, sem dúvida diria Charles Addams. Por que as editoras daqui não lançam nenhum livro do/sobre o cara? Tudo bem, compro importado mesmo, sem problema. Mas é que ficaria legal para os editores terem em seu catálogo uma obra do Addams, outra do Edward Gorey, quem sabe Jenny Saville ou Banksy. Já pensou, genial. Me contratem para ser publisher de uma editora. Prometo levá-los à falência em menos de um ano.
A L&PM ao menos, que é a mais legal e mais corajosa editora que conheço, poderia se encarregar disso, não? Se isso acontecer, eles lançarem um livro bem legal, prometo comprar 100 exemplares e distribuir para os amigos e leitores desse humilde blog. O cartum abaixo é uma piada com Edgar Allan Poe...
01 eu até fiz uma tira, há um tempo, em homenagem à criação mais famosa do cara. 02
Troféu HQ Mix - saíram os indicados. Estou em duas categorias:
19) Publicação de Tiras Animatiras de Jean (Abril) Benett Apavora! de Benett (Independente) Livro Negro de André Dahmer (Desiderata) Maakies de Tony Millionaire (Zarabatana) Mais Preto No Branco de Allan Sieber (Desiderata) O Mundo É Mágico - As Aventuras de Calvin & Haroldo de Bill Watterson (Conrad) Talvez Isso... de Marcelo Campos (Casa 21)
33) Tira Nacional Animatiras de Jean Galvão La Vie En Rose de Adão Malvados de André Dahmer Níquel Náusea de Fernando Gonsales Piratas Do Tietê de Laerte Quadrinho Ordinário de Rafael Sica Salmonelas de Benett
O duro é concorrer com Jean, Dahmer, Bill Waterson, Adão...não vou dizer que "só de concorrer já estou contente" porque já concorri em outros anos e nunca ganhei. Mas...bem, só de concorrer já estou contente. Agora, fiquei mais contente mesmo pelo Paixão, chargista que trabalha comigo ter sido indicado pela primeira vez. Esse merece um prêmio! Escrito por Benett às 11h28
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Queridos, ainda estou na correria com uma pilha de desenhos aqui para entregar e tal. Bem, ao menos atualizei o Salmonelas, sabem onde clicar, não? Lá tem algumas tiras novas e falo sobre cavalos e o Troféu HQ Mix 2007.
Colagens. Não colou... 01
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acho que meu humor tá ficando meio batido...dá pra ler essa m#rda aqui ou as letras tão muito pequenas? 03
Ei, criaturas. Atualizei o Charges do Benett (pra ser honesto não curto esse nome para o blog, mas enfim...) e o Salmonelas tem um vídeo legal do Sonhos de um Sedutor, do Woody "Woodpecker" Allen. Os links estão logo abaixo, à sua direita.
sim, alguns amigos não curtiram muito Cassandra's Dream, do Woody Allen. O próximo filme dele, Vicky Barcelona, por mais fraco que seja, por mais pobre de recursos que seja, só pela cena da Scarlett Johanson e da Penelope Cruz em posições que só vimos na nossa mente durante o banho, já vale. O cara ee gênio até em criar fetiches.
a idéia da tira é uma entidade que aparece do nada para o pobre Wolfgand e ilustra seu moralismo com uma história absurda vivida por ela. sei que basicamente só eu vou achar graça nisso, mas enfim...
01
ando com um processo de criação que consiste em bolar as tiras durante minhas horas de insônia. estas duas e mais outra que postarei depois surgiram durante os momentos de fritura na cama. na real essas tiras funcionariam melhor como um esquete de tv, estilo debbie downer. porém, nós sabemos que é mais fácil o chris farley passar pelo buraco de uma agulha do que um camelo produzir um programa humorístico. 02
atualizei o Charges do Benett e...bem, se você se entendiou por aqui, pode ir até o Salmonelas que tem mais material para te deixar alegremente entediado. Ambos os links logo ali abaixo, à sua direita.
Awesome!
Na última semana recebi uns 5 ou 6 pedidos de autorização para publicação de tiras e charges em apostilas e livros didáticos escolares. Acho isso bem legal, os livros se tornam mais estimulantes e os alunos queimam as pestanas interpretando os desenhos. Welll...vejam vocês a ironia do destino. Para um cara que reprovou 3 vezes, desistiu uma; foi "convidado" a se retirar da escola uma vez; tentou o Desu; era tido pelos professores como "perdido"; reprovou por média a 6ª Série e, por fim, terminou o 2º grau às custas do supletivo, ter seus desenhos usados por professores para educar alunos, é uma doce vingança, não?
Dunder Mifflin
o que me faz feliz hoje em dia é acordar pela manhã, preparar meu café e assistir um episódio do The Office, o melhor sitcom que surgiu depois de Seinfeld. Fico aliviado por não trabalhar num lugar como a Dunder Mifflin, o escritório onde as histórias se passam, que é povoado por personagens infelizes, cretinos e mesquinhos. The Office é engraçado e ao mesmo tempo melancólico. Você sempre, sempre vai sentir pena do Michael Scott por alguma situação constrangedora em que ele se meteu. Michael Scott é interpretado pelo brilhante Steve Carell (Virgem de 40 anos, lembram?), que também é o produtor do negócio.
A versão americana, dizem, é tão boa quanto a original inglesa, do Rick Gervais, que eu pretendo ver assim que acabar de assistir a terceira temporada da norte-americana. Aliás, Gervais, Carell e Rainn Wilson, que interpreta Dwight Schrute, o idiota dono de uma plantação de beterraba, salvaram o que parecia ser uma década perdida para os sitcoms de humor, cheios de seriados que parecem feitos para a família Bush dar risada. Será sorte se The Office durar mais do que 5 temporadas, afinal, Carell tem uma carreira no cinema e Rainn Wilson parece louco para seguir o mesmo caminho. Mas, como disse Gervais numa entrevista ao David Letterman, "continue Steve, não desista, continue!!!". (Benett)
Dwight Schrute, de Rainn Wilson. O cara é um comediante genial, quase um Will Ferrell.